Comentário da noticía : "Poder de compra 24% abaixo da média europeia"
O Comentário apresentado refere-se essencialmente á perda do poder de compra pelos portugueses em relação aos restantes países da União Europeia.Assim, Portugal encontra-se 24% abaixo da média, pelo que o Luxemburgo lhe faz frente oferecendo o maior poder de compra, bastante superior á média.Os portugueses têm mantido o seu poder de compra em relação á média europeia há cerca de três anos consecutivos. O seu PIB situou-se em apenas 76% da média europeia o que , em relação ao Luxemburgo, se revelou uma baixa média, uma vez que este apresentou 276%, oferecendo o maior poder de compra da Europa.Através da análise dos dados fornecidos pelo INE, no período compreendido entre os anos 2004 e 2008, o PIB per capita só aumentou um ponto percentual no nosso país, passando de 75% para 76% da média europeia.Para além de Portugal registaram-se outros casos de quedas entre os 27 estados-membros, registando a Irlanda a maior descida.Em quatro anos registou-se uma perda de 30% do seu poder de compra.Contrariamente á Irlanda as maiores subidas registaram-se em países do Leste Europeu que aderiram á UE em 2004, como a Eslovénia e a República Checa.Em conclusão, Portugal apresenta um baixo poder de compra e um baixo salário minimo em relação ao resto da UE.Para além do baixo poder de compra, Portugal ocupa a 11ª posição na lista de salários minímos dos países da UE, com 525 euros.Em Janeiro de 2009 o montante mais elevado era de 1642 euros mensais no Luxemburgo, seguindo-se a Irlanda e a Bélgica com 1462 e 1387 euros mensais respectivamente.Em 2007 o menor poder de compra registou-se em 16 concelhos do território nacional situados na região Norte( Vinhais, Ribeira de Pena e Sernancelhe) e Lisboa registou o maior poder de compra mantendo-se no topo com 135% acima da média europeia.De acordo com os dados publicados pelo INE os portugueses mantiveram o poder de compra em 2008 relativamente á média da União Europeia pelo terceiro ano consecutivo.O PIB por habitante expresso em paridades de poder de compra situou-se em 76% da média europeia, o que significa que nos últimos anos o nosso crescimento tem acompanhado o crescimento da UE.No entanto, os portugueses registam um poder de compra 27% inferior ao dos espanhóis.Portugal encontra-se no fundo dos 15 países originais da UE sendo quatro desses recém aderentes.Para que Portugal suba de posição é necessário liberalizar a economia, aliviar peso o Estado,e regularizar a ordem financeira essencialmente no que diz respeito ao orçamento.Deste modo será possível um maior desenvolvimento das empresas e dos mercados.Em termos de previsões, espera-se que a situação de Portugal se mantenha igual no próximo ano , assim como a da restante Europa.
# QUESTIONÁRIO # 1.O que é afinal um país desenvolvido? Um país desenvolvido, segundo os padrões das sociedades consumistas contemporâneas, é um país que tem um PIB per capita superior e que possui um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado.
2.Exemplos de países desenvolvidos
Estes países situam-se principalmente na Europa, América Anglo-Saxônica e na Oceania. A América Latina não conta com nenhum país desenvolvido, mas conta com vários países em processo de desenvolvimento e países emergentes, como o Brasil, Argentina e México. Alguns dos países desenvolvidos: EUA, Canadá, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Japão e China.
3.Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país?
O desenvolvimento económico e social (pagamento de impostos), a industrialização (criação de postos de trabalho com a construção de empresas) e a riqueza (produto de um país) são os principais factores que influenciam o desenvolvimento de um país.
4.Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países?
Há diferenças porque nem todos os países têm o mesmo nível de desenvolvimento. Nem todos os países têm a mesma indústria, o mesmo desenvolvimento o que provoca uma diferente economia. Se um país tem maior indústria, tem maior desenvolvimento e é mais subsistente do que um país em a indústria não está desenvolvida
# TRABALHO INDIVIDUAL #
1.Envelhecimento demográfico em Portugal
O aspecto mais marcante da situação demográfica portuguesa reside no envelhecimento da sua população. Apesar dos níveis não atingirem os de outras regiões europeias, a redução no número de jovens e o aumento do número de idosos deu-se em Portugal de modo relativamente rápido. Em 2001, pela primeira vez, o número de idosos (população com mais de 64 anos) foi superior ao número de jovens (menos de 15 anos), 1 708 000 e 1 640 000, respectivamente. Entre 1991 e 2001 deu-se uma diminuição de 16% no número de jovens e um acréscimo de 26% no de idosos. Também a população em idade activa envelheceu mostrando no período de 1991 a 2001 duas tendências distintas: o grupo mais jovem (até 25 anos) diminuiu 8%, reflectindo o declínio da natalidade iniciado na década de 80; por seu turno, outros grupos registam aumentos (13,2% no grupo 25-44 anos e 10,2% no de 45-64 anos) que acompanham a evolução dos mais idosos; significativo é também o aumento destes: enquanto a população com 80 ou mais anos constituía em 2001 cerca de 21% da população ‘senior’, a proporção dos mais de 85 anos chegava a 9%, mas sendo de 11% para as mulheres, o que traduz a sua maior esperança de vida. O fenómeno do envelhecimento demográfico tem vindo a acentuar-se. No início dos anos 60 os níveis de natalidade eram elevados, representando os jovens quase 30% do total da população. Ao nível europeu, Portugal apresentava uma estrutura relativamente jovem, mas hoje é um dos países que regista uma menor proporção de jovens. Por seu turno, o grupo de idosos mais que duplicou desde 1960, situando-se actualmente próximo da média europeia; e com ele aumentou também o índice de dependência total. No início do século XXI a população é essencialmente composta por adultos e pessoas idosas, o que tem inevitáveis consequências tanto do ponto de vista demográfico, como económico e social. O envelhecimento afecta todas as regiões, mas é mais pronunciado quando se combinam fracos níveis de fecundidade com saldos migratórios negativos. No Continente são ainda os concelhos do interior que apresentam níveis de envelhecimento mais elevados, chegando a atingir 4 idosos por cada jovem. O Norte mantém a posição de região mais jovem do Continente: 17,5% de jovens e 14% de idosos, mas as populações dos dois arquipélagos são as mais jovens do País – 21,4% da população açoriana tem menos de 15 anos e apenas 13% tem mais de 64 anos, enquanto na Madeira, cerca de um quinto da população tem menos de 15 anos e 14% tem mais de 64 anos. Em consequência detêm os mais baixos índices de envelhecimento: os Açores, 62, e a Madeira, 71, quando em 2001 a média nacional foi de 104.
2)CONSEQUÊNCIAS SOCIAIS CULTURAIS E EPIDEMIOLÓGICAS
No mundo Ocidental, com a chegada da industrialização assiste-se ao desaparecimento dos modelos de família baseados na economia da terra. O trabalho especializado leva a uma estratificação e segregação etárias: os que aprendem, os que produzem e aqueles que saíram do ciclo produtivo, onde se incluem os idosos.A pessoa idosa perde desta forma o seu papel de transmissor transgeracional do saber, face a uma economia de mercado onde só o lucro interessa. A sociedade moderna marginalizou "os velhos" dando prioridade a valores ligados à produtividade, rentabilidade, consumo excessivo, etc., face aos quais, as pessoas com 65 e mais anos não estão em condições de competir, pois até são considerados "pouco produtivos". Nesta sociedade que revela valores lucrativos e rentáveis, os idosos são votados ao esquecimento e solidão e, consequentemente, à marginalização. No entanto, e apesar das diferenças conjecturais, a atitude social generalizada é a de tratar os velhos com atitudes paternalistas, negando-lhes a sua qualidade de interlocutores válidos e desrespeitando a sua individualidade. Para além desta atitude estigmatizadora e dirigista surge a reforma, que se revela como o mecanismo que marca o afastamento do indivíduo do seu ritmo de trabalho de uma forma brusca quando atinge 65 anos. Esta separação do mundo laboral é efectivada, num grande número de casos, em condições que não concedem ao reformado o mínimo indispensável para lhe garantir uma vivência com qualidade de vida, dignificante e, ou mesmo, um fim digno. Começaram a surgir não só os problemas relacionados com a "inactividade pensionada", em que as pessoas com determinada idade são pagas para ficarem inactivas, o que lhes assegura algum bem estar económico, mas os custos reflectem-se na população activa, como também começaram a surgir problemas sociais, nomeadamente os de rejeição, afastamento, internamento, residencialismo, "gaiola dourada" ou hotelaria de luxo para idosos, com as consequências que daí advêm, tanto na imagem que a sociedade tem dos idosos, como na forma como vai sendo progressivamente construída a categoria social da velhice. Esta problemática é ainda potencializada nas sociedades modernas pela mudança conceptual e estrutural de família. Anteriormente, as famílias, como núcleos fundamentais de produção, não afastavam "o ancião" do trabalho, adoptando este novas tarefas e novos papéis, permanecendo activo e útil. Actualmente, o único sector onde ainda são visíveis alguns sinais deste sistema localiza-se nos meios rurais, onde o idoso, apesar de receber a sua reforma, mantém algum nível de actividade similar à que desempenhava durante a sua vida. Analisando a realidade urbana (em muitos casos), podemos afirmar que a reforma constitui um trauma em vez de libertação, já que a inactividade a que são votados provoca sentimentos de inutilidade e a diminuição do poder económico frequentemente os obriga a viver dependentes dos seus familiares. Também o familismo tradicional, o clã em que avós, pais, filhos e netos se congregavam na mesma casa se alterou. A família, entendida como o mais marcante espaço de realização, desenvolvimento e consolidação, nuclearizou-se tornando incompatível a coabitação com os mais velhos e, por isso, surgem as instituições vocacionadas para acolhimento dos idosos (Santos, 1995). Adicionalmente, acentua-se o desequilíbrio entre homens e mulheres, devido ao forte aumento de longevidade feminina em relação à masculina, por um lado; por outro, o aparecimento da designada "Quarta Idade", a partir dos 85 anos aproximadamente (Nogueira, 1996). Este facto tem grandes implicações, tanto no baixo rendimento económico auferido pela população idosa feminina, como na crescente vulnerabilidade e consequente necessidade de cuidados de saúde. Em jeito de resumo podemos dizer que o desafio que o envelhecimento demográfico actual representa para as sociedades poderá globalmente ser analisado segundo as seguintes dimensões: ·Relativo declínio da população activa e envelhecimento da mão de obra; ·Pressão sobre os regimes de pensão e as finanças públicas, provocada pelo número crescente de reformados e pela diminuição da população em idade activa; ·Necessidade crescente de cuidados de saúde e assistência a pessoas idosas; ·Diversidade dos recursos e das necessidades dos idosos;
·Inactividade abrupta que cria sentimentos de inutilidade, rejeição e afastamento.
# TRABALHO DE GRUPO # 5 COESÃO SOCIAL 5.1 Distribuição do rendimento e o risco de pobreza.
Em Portugal "o risco de pobreza após transferências sociais (20 por cento em 2004) e as desigualdades na distribuição dos rendimentos (rácio 8,2 em 2004) são das mais elevadas na União Europeia (UE)". A população mais idosa é a mais atingida pela pobreza, sendo que as despesas com a protecção social representavam 24,9 por cento do PIB, longe da média de UE de 27,3 por cento.
Nos países onde a desigualdade da distribuição do rendimento é menos marcada, a taxa de pobreza é menor, deste modo, pode-se avaliar o risco de pobreza.
Bruxelas identifica "seis riscos multidimensionais e sistémicos que afectam fortemente a inclusão em Portugal", sendo o primeiro dos quais a "pobreza infantil e pobreza dos idosos".
O insucesso escolar e abandono escolar precoce, os baixos níveis de qualificação, a participação diminuta em acções de aprendizagem ao longo da vida, a infoexclusão e ainda desigualdades e discriminação no acesso aos direitos das pessoas com deficiência e dos imigrantes, são outros riscos.
A Comissão Europeia destaca a adopção de medidas de combate à pobreza como "a activação do Rendimento Social de Inserção", os "Contratos de Desenvolvimento Social" e o "Complemento Solidário para Idosos", considerando, no entanto, que estas "não são suficientes para reduzir de forma significativa a pobreza".
“Em Portugal o risco de pobreza e as desigualdades na distribuição dos rendimentos são dos mais elevados da União Europeia, segundo o Relatório Conjunto de 2008 sobre Protecção e Inclusão Social divulgado em Bruxelas.”
5.2) Agregados familiares sem indivíduos empregados
Ter um emprego por contra própria ou por conta de outrem é um factor de diminuição do risco de pobreza.
Contudo, tendo em conta o peso da população trabalhadora na população em idade activa, verifica-se que a percentagem de trabalhadores que se encontram abaixo do limiar de pobreza esconde valores
absolutos relevantes.
O reconhecimento formal da existência de situações de in-work poverty nos Estados Membros, implicou uma necessidade de definição de indicadores e variáveis no contexto do Método Aberto de Coordenação na
Inclusão Social e da Estratégia Europeia de Emprego. Com estes novos indicadores será possível um melhor
conhecimento das causas e mecanismos de reprodução da pobreza junto da população que se encontra
inserida no mercado de trabalho e, consequentemente, poderá permitir mudanças nas orientações e
estratégias das políticas e medidas de inclusão social e de luta contra a pobreza.
A definição de in-work poverty utilizada no contexto do Método Aberto de Coordenação na Inclusão Social e
da Estratégia Europeia de Emprego tem como base a definição de trabalhadores pobres como os indivíduos
que se encontram inseridos no mercado de trabalho e cujo rendimento equivalente disponível – ou
seja, o rendimento disponível total do agregado familiar dividido pela sua "dimensão equivalente"– se
situa abaixo dos 60% da mediana nacional do rendimento equivalente.
Desta forma, a definição de in-work poverty abrange não só os trabalhadores pobres mas também o seu
agregado familiar. Uma abordagem efectuada ao nível do agregado familiar permite um enfoque nas
condições económicas de todas as pessoas – independentemente da idade e da situação face ao emprego –
que vivem em agregados onde existe pelo menos uma pessoa inserida no mercado de trabalho. Na base
desta abordagem prevalece a percepção de uma divisão dos recursos dentro do agregado familiar. Desta
forma, as condições económicas dos indivíduos dependem da soma de todos os recursos económicos
existentes no agregado e, consequentemente, o rendimento de um dos membros do agregado familiar pode
ser relativamente elevado e, no entanto, encontrar-se abaixo do limiar de pobreza. As famílias numerosas,
em que apenas um elemento se encontra inserido no mercado de trabalho e cujo rendimento não é suficiente
para evitar que todo o agregado familiar se encontre abaixo do limiar de pobreza, são exemplos destas
situações. Por outro lado, verifica-se igualmente a situação oposta, ou seja, trabalhadores com baixos
rendimentos que não se encontram em risco de pobreza devido ao rendimento total do agregado familiar,
como por exemplo, jovens com baixos rendimentos mas que podem usufruir de um nível de vida acima do
permitido pelo seu salário pelo facto de ainda se encontrar em casa dos pais e usufruir dos recursos deste
agregado familiar.
5.3 Desemprego de Longa Duração O que é considerado Desemprego de Longa Duração? Consideram-se em situação de Desemprego de Longa Duração, os trabalhadores dependentes ou independentes que, tendo disponibilidade para o trabalho, estejam desempregados há mais de 12 meses e inscritos no respectivo centro de emprego. Esta situação é certificada pelo Centro de Emprego em que o participante encontre inscrito. Segundo dados do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, no fim de Dezembro do ano passado, estavam registadas nos centros de emprego mais de 402 mil pessoas à procura de trabalho. Destas, mais de um terço, ou seja, mais de 143 mil, estavam à procura de emprego há mais de um ano. Estas últimas estatísticas oficiais conhecidas, mostram também que cerca de 80% dos desempregados de longa duração tem mais de 35 anos. O desemprego afecta financeiramente e também psicologicamente a população, levando estes á exclusão social.
Não existe uma causa específica para o Desemprego de Longa Duração. Quando uma legislação laboral pouco flexível e o baixo nível de formação de desempregados, juntamente à inexistência de programas de formação que possibilitem a reconversão desses trabalhadores, são factores que o promovem.
Segundo a informação transmitida pelo quadro 5.1 "Desemprego de Longa Duração" vemos que entre o ano de 1999 e de 2003, a Alemanha era líder, entre os países europeus, em Desemprego de Longa Duração com as percentagens entre 4.3% e 4.6%. Portugal encontrava-se em 13º lugar da tabela com os valores entre 1.8% e 2.2%.
Quando se analisa o andamento do desemprego de Longa Duração na União Europeia, vemos que houve uma diminuição em meados da década de 90, contudo em 2002 houve um agravamento, podendo mesmo afirmar que hoje em dia o desemprego encontra-se numa situação caótica. Portugal é um dos países com uma taxa muito elevada de Desemprego de Longa Duração, e esta taxa está em crescimento.
Oito em cada dez Desempregados de Longa Duração têm mais de 35 anos. Provavelmente esta percentagem tende a vir a aumentar uma vez que o Governo Português considera Desempregados de Longa Duração, todas as pessoas que tiverem inscritas nos centros de emprego há mais de seis meses. Quais as causas? Segundo o Banco de Portugal, cada desempregado passa em média 23 meses à procura de trabalho, o número mais elevado da última década. Logo, é plausível deduzir que uma explicação para o problema do aumento do desemprego de longa duração, está relacionada com o abrandamento da economia, uma vez que esse abrandamento provoca o aumento do número de falências e, logicamente uma redução de actividades por parte das empresas.
Quais as consequências? Uma das consequências mais notórias do desemprego de longa duração é o aumento das reformas antecipadas. Entre Janeiro e Dezembro do ano passado, trinta mil pensionistas entraram na reforma antecipada em Portugal. No entanto cerca de 15300 dos novos reformados já não tinham trabalho há mais de um ano sendo essa a principal razão para requerer a saída da vida activa, pois é a única forma de garantir sustento uma vez terminado o subsídio de desemprego.
Medidas atenuantes Para combater este problema, o governo decidiu conceder apoios às empresas que celebrem contratos sem termo com desempregados de longa duração, através da isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora por um período de 36 meses ou, atrás do apoio directo à contratação no montante 2.000€ em acumulação com a isenção do pagamento de contribuições para a Segurança Social pelo período máximo de 24 meses. Fontes: ·http://diario.iol.pt/economia/portugal-desemprego-desempregados-longa-duracao-instituto-de-emprego/1039615-4058.html
Comentário da noticía : "Poder de compra 24% abaixo da média europeia"
O Comentário apresentado refere-se essencialmente á perda do poder de compra pelos portugueses em relação aos restantes países da União Europeia.Assim, Portugal encontra-se 24% abaixo da média, pelo que o Luxemburgo lhe faz frente oferecendo o maior poder de compra, bastante superior á média.Os portugueses têm mantido o seu poder de compra em relação á média europeia há cerca de três anos consecutivos. O seu PIB situou-se em apenas 76% da média europeia o que , em relação ao Luxemburgo, se revelou uma baixa média, uma vez que este apresentou 276%, oferecendo o maior poder de compra da Europa.Através da análise dos dados fornecidos pelo INE, no período compreendido entre os anos 2004 e 2008, o PIB per capita só aumentou um ponto percentual no nosso país, passando de 75% para 76% da média europeia.Para além de Portugal registaram-se outros casos de quedas entre os 27 estados-membros, registando a Irlanda a maior descida.Em quatro anos registou-se uma perda de 30% do seu poder de compra.Contrariamente á Irlanda as maiores subidas registaram-se em países do Leste Europeu que aderiram á UE em 2004, como a Eslovénia e a República Checa.Em conclusão, Portugal apresenta um baixo poder de compra e um baixo salário minimo em relação ao resto da UE.Para além do baixo poder de compra, Portugal ocupa a 11ª posição na lista de salários minímos dos países da UE, com 525 euros.Em Janeiro de 2009 o montante mais elevado era de 1642 euros mensais no Luxemburgo, seguindo-se a Irlanda e a Bélgica com 1462 e 1387 euros mensais respectivamente.Em 2007 o menor poder de compra registou-se em 16 concelhos do território nacional situados na região Norte( Vinhais, Ribeira de Pena e Sernancelhe) e Lisboa registou o maior poder de compra mantendo-se no topo com 135% acima da média europeia.De acordo com os dados publicados pelo INE os portugueses mantiveram o poder de compra em 2008 relativamente á média da União Europeia pelo terceiro ano consecutivo.O PIB por habitante expresso em paridades de poder de compra situou-se em 76% da média europeia, o que significa que nos últimos anos o nosso crescimento tem acompanhado o crescimento da UE.No entanto, os portugueses registam um poder de compra 27% inferior ao dos espanhóis.Portugal encontra-se no fundo dos 15 países originais da UE sendo quatro desses recém aderentes.Para que Portugal suba de posição é necessário liberalizar a economia, aliviar peso o Estado,e regularizar a ordem financeira essencialmente no que diz respeito ao orçamento.Deste modo será possível um maior desenvolvimento das empresas e dos mercados.Em termos de previsões, espera-se que a situação de Portugal se mantenha igual no próximo ano , assim como a da restante Europa.
# QUESTIONÁRIO #
1.O que é afinal um país desenvolvido?
Um país desenvolvido, segundo os padrões das sociedades consumistas contemporâneas, é um país que tem um PIB per capita superior e que possui um índice de desenvolvimento humano (IDH) elevado.
2.Exemplos de países desenvolvidos
Estes países situam-se principalmente na Europa, América Anglo-Saxônica e na Oceania. A América Latina não conta com nenhum país desenvolvido, mas conta com vários países em processo de desenvolvimento e países emergentes, como o Brasil, Argentina e México.
Alguns dos países desenvolvidos: EUA, Canadá, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Japão e China.
3.Quais são os aspectos (variáveis) chave para o desenvolvimento de um país?
O desenvolvimento económico e social (pagamento de impostos), a industrialização (criação de postos de trabalho com a construção de empresas) e a riqueza (produto de um país) são os principais factores que influenciam o desenvolvimento de um país.
4.Porque há tantas diferenças entre o nível de desenvolvimento dos países?
Há diferenças porque nem todos os países têm o mesmo nível de desenvolvimento. Nem todos os países têm a mesma indústria, o mesmo desenvolvimento o que provoca uma diferente economia. Se um país tem maior indústria, tem maior desenvolvimento e é mais subsistente do que um país em a indústria não está desenvolvida
# TRABALHO INDIVIDUAL #
1.Envelhecimento demográfico em Portugal
O aspecto mais marcante da situação demográfica portuguesa reside no envelhecimento da sua população. Apesar dos níveis não atingirem os de outras regiões europeias, a redução no número de jovens e o aumento do número de idosos deu-se em Portugal de modo relativamente rápido. Em 2001, pela primeira vez, o número de idosos (população com mais de 64 anos) foi superior ao número de jovens (menos de 15 anos), 1 708 000 e 1 640 000, respectivamente. Entre 1991 e 2001 deu-se uma diminuição de 16% no número de jovens e um acréscimo de 26% no de idosos. Também a população em idade activa envelheceu mostrando no período de 1991 a 2001 duas tendências distintas: o grupo mais jovem (até 25 anos) diminuiu 8%, reflectindo o declínio da natalidade iniciado na década de 80; por seu turno, outros grupos registam aumentos (13,2% no grupo 25-44 anos e 10,2% no de 45-64 anos) que acompanham a evolução dos mais idosos; significativo é também o aumento destes: enquanto a população com 80 ou mais anos constituía em 2001 cerca de 21% da população ‘senior’, a proporção dos mais de 85 anos chegava a 9%, mas sendo de 11% para as mulheres, o que traduz a sua maior esperança de vida. O fenómeno do envelhecimento demográfico tem vindo a acentuar-se. No início dos anos 60 os níveis de natalidade eram elevados, representando os jovens quase 30% do total da população. Ao nível europeu, Portugal apresentava uma estrutura relativamente jovem, mas hoje é um dos países que regista uma menor proporção de jovens. Por seu turno, o grupo de idosos mais que duplicou desde 1960, situando-se actualmente próximo da média europeia; e com ele aumentou também o índice de dependência total. No início do século XXI a população é essencialmente composta por adultos e pessoas idosas, o que tem inevitáveis consequências tanto do ponto de vista demográfico, como económico e social. O envelhecimento afecta todas as regiões, mas é mais pronunciado quando se combinam fracos níveis de fecundidade com saldos migratórios negativos. No Continente são ainda os concelhos do interior que apresentam níveis de envelhecimento mais elevados, chegando a atingir 4 idosos por cada jovem. O Norte mantém a posição de região mais jovem do Continente: 17,5% de jovens e 14% de idosos, mas as populações dos dois arquipélagos são as mais jovens do País – 21,4% da população açoriana tem menos de 15 anos e apenas 13% tem mais de 64 anos, enquanto na Madeira, cerca de um quinto da população tem menos de 15 anos e 14% tem mais de 64 anos. Em consequência detêm os mais baixos índices de envelhecimento: os Açores, 62, e a Madeira, 71, quando em 2001 a média nacional foi de 104.
2)CONSEQUÊNCIAS SOCIAIS CULTURAIS E EPIDEMIOLÓGICAS
No mundo Ocidental, com a chegada da industrialização assiste-se ao desaparecimento dos modelos de família baseados na economia da terra. O trabalho especializado leva a uma estratificação e segregação etárias: os que aprendem, os que produzem e aqueles que saíram do ciclo produtivo, onde se incluem os idosos.A pessoa idosa perde desta forma o seu papel de transmissor transgeracional do saber, face a uma economia de mercado onde só o lucro interessa. A sociedade moderna marginalizou "os velhos" dando prioridade a valores ligados à produtividade, rentabilidade, consumo excessivo, etc., face aos quais, as pessoas com 65 e mais anos não estão em condições de competir, pois até são considerados "pouco produtivos". Nesta sociedade que revela valores lucrativos e rentáveis, os idosos são votados ao esquecimento e solidão e, consequentemente, à marginalização. No entanto, e apesar das diferenças conjecturais, a atitude social generalizada é a de tratar os velhos com atitudes paternalistas, negando-lhes a sua qualidade de interlocutores válidos e desrespeitando a sua individualidade. Para além desta atitude estigmatizadora e dirigista surge a reforma, que se revela como o mecanismo que marca o afastamento do indivíduo do seu ritmo de trabalho de uma forma brusca quando atinge 65 anos. Esta separação do mundo laboral é efectivada, num grande número de casos, em condições que não concedem ao reformado o mínimo indispensável para lhe garantir uma vivência com qualidade de vida, dignificante e, ou mesmo, um fim digno. Começaram a surgir não só os problemas relacionados com a "inactividade pensionada", em que as pessoas com determinada idade são pagas para ficarem inactivas, o que lhes assegura algum bem estar económico, mas os custos reflectem-se na população activa, como também começaram a surgir problemas sociais, nomeadamente os de rejeição, afastamento, internamento, residencialismo, "gaiola dourada" ou hotelaria de luxo para idosos, com as consequências que daí advêm, tanto na imagem que a sociedade tem dos idosos, como na forma como vai sendo progressivamente construída a categoria social da velhice. Esta problemática é ainda potencializada nas sociedades modernas pela mudança conceptual e estrutural de família. Anteriormente, as famílias, como núcleos fundamentais de produção, não afastavam "o ancião" do trabalho, adoptando este novas tarefas e novos papéis, permanecendo activo e útil. Actualmente, o único sector onde ainda são visíveis alguns sinais deste sistema localiza-se nos meios rurais, onde o idoso, apesar de receber a sua reforma, mantém algum nível de actividade similar à que desempenhava durante a sua vida. Analisando a realidade urbana (em muitos casos), podemos afirmar que a reforma constitui um trauma em vez de libertação, já que a inactividade a que são votados provoca sentimentos de inutilidade e a diminuição do poder económico frequentemente os obriga a viver dependentes dos seus familiares. Também o familismo tradicional, o clã em que avós, pais, filhos e netos se congregavam na mesma casa se alterou. A família, entendida como o mais marcante espaço de realização, desenvolvimento e consolidação, nuclearizou-se tornando incompatível a coabitação com os mais velhos e, por isso, surgem as instituições vocacionadas para acolhimento dos idosos (Santos, 1995). Adicionalmente, acentua-se o desequilíbrio entre homens e mulheres, devido ao forte aumento de longevidade feminina em relação à masculina, por um lado; por outro, o aparecimento da designada "Quarta Idade", a partir dos 85 anos aproximadamente (Nogueira, 1996). Este facto tem grandes implicações, tanto no baixo rendimento económico auferido pela população idosa feminina, como na crescente vulnerabilidade e consequente necessidade de cuidados de saúde. Em jeito de resumo podemos dizer que o desafio que o envelhecimento demográfico actual representa para as sociedades poderá globalmente ser analisado segundo as seguintes dimensões: · Relativo declínio da população activa e envelhecimento da mão de obra; · Pressão sobre os regimes de pensão e as finanças públicas, provocada pelo número crescente de reformados e pela diminuição da população em idade activa; · Necessidade crescente de cuidados de saúde e assistência a pessoas idosas; · Diversidade dos recursos e das necessidades dos idosos;
· Inactividade abrupta que cria sentimentos de inutilidade, rejeição e afastamento.# TRABALHO DE GRUPO #
5 COESÃO SOCIAL
5.1 Distribuição do rendimento e o risco de pobreza.
Em Portugal "o risco de pobreza após transferências sociais (20 por cento em 2004) e as desigualdades na distribuição dos rendimentos (rácio 8,2 em 2004) são das mais elevadas na União Europeia (UE)". A população mais idosa é a mais atingida pela pobreza, sendo que as despesas com a protecção social representavam 24,9 por cento do PIB, longe da média de UE de 27,3 por cento.
Nos países onde a desigualdade da distribuição do rendimento é menos marcada, a taxa de pobreza é menor, deste modo, pode-se avaliar o risco de pobreza.
Bruxelas identifica "seis riscos multidimensionais e sistémicos que afectam fortemente a inclusão em Portugal", sendo o primeiro dos quais a "pobreza infantil e pobreza dos idosos".
O insucesso escolar e abandono escolar precoce, os baixos níveis de qualificação, a participação diminuta em acções de aprendizagem ao longo da vida, a infoexclusão e ainda desigualdades e discriminação no acesso aos direitos das pessoas com deficiência e dos imigrantes, são outros riscos.
A Comissão Europeia destaca a adopção de medidas de combate à pobreza como "a activação do Rendimento Social de Inserção", os "Contratos de Desenvolvimento Social" e o "Complemento Solidário para Idosos", considerando, no entanto, que estas "não são suficientes para reduzir de forma significativa a pobreza".
“Em Portugal o risco de pobreza e as desigualdades na distribuição dos rendimentos são dos mais elevados da União Europeia, segundo o Relatório Conjunto de 2008 sobre Protecção e Inclusão Social divulgado em Bruxelas.”
5.2) Agregados familiares sem indivíduos empregados
Ter um emprego por contra própria ou por conta de outrem é um factor de diminuição do risco de pobreza.
Contudo, tendo em conta o peso da população trabalhadora na população em idade activa, verifica-se que a percentagem de trabalhadores que se encontram abaixo do limiar de pobreza esconde valores
absolutos relevantes.
O reconhecimento formal da existência de situações de in-work poverty nos Estados Membros, implicou uma necessidade de definição de indicadores e variáveis no contexto do Método Aberto de Coordenação na
Inclusão Social e da Estratégia Europeia de Emprego. Com estes novos indicadores será possível um melhor
conhecimento das causas e mecanismos de reprodução da pobreza junto da população que se encontra
inserida no mercado de trabalho e, consequentemente, poderá permitir mudanças nas orientações e
estratégias das políticas e medidas de inclusão social e de luta contra a pobreza.
A definição de in-work poverty utilizada no contexto do Método Aberto de Coordenação na Inclusão Social e
da Estratégia Europeia de Emprego tem como base a definição de trabalhadores pobres como os indivíduos
que se encontram inseridos no mercado de trabalho e cujo rendimento equivalente disponível – ou
seja, o rendimento disponível total do agregado familiar dividido pela sua "dimensão equivalente"– se
situa abaixo dos 60% da mediana nacional do rendimento equivalente.
Desta forma, a definição de in-work poverty abrange não só os trabalhadores pobres mas também o seu
agregado familiar. Uma abordagem efectuada ao nível do agregado familiar permite um enfoque nas
condições económicas de todas as pessoas – independentemente da idade e da situação face ao emprego –
que vivem em agregados onde existe pelo menos uma pessoa inserida no mercado de trabalho. Na base
desta abordagem prevalece a percepção de uma divisão dos recursos dentro do agregado familiar. Desta
forma, as condições económicas dos indivíduos dependem da soma de todos os recursos económicos
existentes no agregado e, consequentemente, o rendimento de um dos membros do agregado familiar pode
ser relativamente elevado e, no entanto, encontrar-se abaixo do limiar de pobreza. As famílias numerosas,
em que apenas um elemento se encontra inserido no mercado de trabalho e cujo rendimento não é suficiente
para evitar que todo o agregado familiar se encontre abaixo do limiar de pobreza, são exemplos destas
situações. Por outro lado, verifica-se igualmente a situação oposta, ou seja, trabalhadores com baixos
rendimentos que não se encontram em risco de pobreza devido ao rendimento total do agregado familiar,
como por exemplo, jovens com baixos rendimentos mas que podem usufruir de um nível de vida acima do
permitido pelo seu salário pelo facto de ainda se encontrar em casa dos pais e usufruir dos recursos deste
agregado familiar.
5.3 Desemprego de Longa Duração
O que é considerado Desemprego de Longa Duração?
Consideram-se em situação de Desemprego de Longa Duração, os trabalhadores dependentes ou independentes que, tendo disponibilidade para o trabalho, estejam desempregados há mais de 12 meses e inscritos no respectivo centro de emprego. Esta situação é certificada pelo Centro de Emprego em que o participante encontre inscrito. Segundo dados do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, no fim de Dezembro do ano passado, estavam registadas nos centros de emprego mais de 402 mil pessoas à procura de trabalho. Destas, mais de um terço, ou seja, mais de 143 mil, estavam à procura de emprego há mais de um ano. Estas últimas estatísticas oficiais conhecidas, mostram também que cerca de 80% dos desempregados de longa duração tem mais de 35 anos.
O desemprego afecta financeiramente e também psicologicamente a população, levando estes á exclusão social.
Não existe uma causa específica para o Desemprego de Longa Duração. Quando uma legislação laboral pouco flexível e o baixo nível de formação de desempregados, juntamente à inexistência de programas de formação que possibilitem a reconversão desses trabalhadores, são factores que o promovem.
Segundo a informação transmitida pelo quadro 5.1 "Desemprego de Longa Duração" vemos que entre o ano de 1999 e de 2003, a Alemanha era líder, entre os países europeus, em Desemprego de Longa Duração com as percentagens entre 4.3% e 4.6%. Portugal encontrava-se em 13º lugar da tabela com os valores entre 1.8% e 2.2%.
Quando se analisa o andamento do desemprego de Longa Duração na União Europeia, vemos que houve uma diminuição em meados da década de 90, contudo em 2002 houve um agravamento, podendo mesmo afirmar que hoje em dia o desemprego encontra-se numa situação caótica. Portugal é um dos países com uma taxa muito elevada de Desemprego de Longa Duração, e esta taxa está em crescimento.
Oito em cada dez Desempregados de Longa Duração têm mais de 35 anos. Provavelmente esta percentagem tende a vir a aumentar uma vez que o Governo Português considera Desempregados de Longa Duração, todas as pessoas que tiverem inscritas nos centros de emprego há mais de seis meses.
Quais as causas?
Segundo o Banco de Portugal, cada desempregado passa em média 23 meses à procura de trabalho, o número mais elevado da última década. Logo, é plausível deduzir que uma explicação para o problema do aumento do desemprego de longa duração, está relacionada com o abrandamento da economia, uma vez que esse abrandamento provoca o aumento do número de falências e, logicamente uma redução de actividades por parte das empresas.
Quais as consequências?
Uma das consequências mais notórias do desemprego de longa duração é o aumento das reformas antecipadas. Entre Janeiro e Dezembro do ano passado, trinta mil pensionistas entraram na reforma antecipada em Portugal. No entanto cerca de 15300 dos novos reformados já não tinham trabalho há mais de um ano sendo essa a principal razão para requerer a saída da vida activa, pois é a única forma de garantir sustento uma vez terminado o subsídio de desemprego.
Medidas atenuantes
Para combater este problema, o governo decidiu conceder apoios às empresas que celebrem contratos sem termo com desempregados de longa duração, através da isenção do pagamento das contribuições para a segurança social a cargo da entidade empregadora por um período de 36 meses ou, atrás do apoio directo à contratação no montante 2.000€ em acumulação com a isenção do pagamento de contribuições para a Segurança Social pelo período máximo de 24 meses.
Fontes:
· http://diario.iol.pt/economia/portugal-desemprego-desempregados-longa-duracao-instituto-de-emprego/1039615-4058.html
· http://www.emprego2009.gov.pt/cidadao/medida_c8.htm
· http://www.banifib.pt/Banif/Document/1_Desemprego_geral.pdf
· http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1046615
· http://www.esquerda.net/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=9518
· http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1393141
Trabalho elaborado por: André, Cátia, Diana, Gonçalo e Marta